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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ultimas Informações

DILMA ABRE REUNIÃO PEDINDO AVALIAÇÃO SOBRE MARINA

A presidente Dilma Rousseff abriu a reunião com os líderes dos partidos da base aliada pedindo que eles avaliassem a surpreendente movimentação de Marina Silva. No último fim de semana, a ex-senadora desistiu que lançar candidatura própria ao Planalto e se filiou ao PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que saiu da aliança governista para abrir seu caminho para a Presidência em 2014.
De acordo com relato de um dos presentes, após ouvir a avaliação da maioria dos líderes de que a ida de Marina para o PSB enfraquecia o peso eleitoral da ex-ministra em relação aos 20 milhões de votos obtidos na eleição passada, Dilma fez questão de ressalvar que "não se pode desconsiderar a importância de Marina" neste jogo eleitoral porque "ela não é qualquer pessoa". Ainda segundo este parlamentar, o tema Marina teria sido tratado na reunião informalmente e apenas no início da reunião.

Na conversa com os líderes governistas, a presidente foi muito cuidadosa ao tratar do tema Marina Silva e teria preferido aproveitar o assunto para questionar a forma como ocorrem hoje a criação dos partidos políticos, querendo informações de como são feitas as certificações e a aferição de assinaturas. O deputado Jovair Arantes (PTB-GO) lembrou que dois partidos foram criados agora e que há outros 25 na fila esperando sua vez. O líder pedetista Marcos Rogério criticou o que chamou de "precariedade do processo de certificação dos partidos". Segundo Marcos Rogério, a presidente Dilma, após ouvir as ponderações, demonstrou preocupação com o tema e defendeu que "este assunto tem de ser discutido pelo Congresso".

Apesar de os líderes aliados terem feito avaliação de que Marina perdeu mais do que ganhou ao entrar do PSB e de a presidente Dilma ter feito a ressalva, segundo relato de um dos presentes, que não dá para desconsiderar o peso político de Marina, no Planalto, a avaliação que se tentava passar era de que o principal derrotado neste processo era o candidato do PSDB, Aécio Neves. "A presidenta não tocou nisso, mas na (reunião) preliminar, quando se reúnem vários líderes, não se deixa de comentar (isso). Na preliminar, antes da presidenta tocar a pauta principal, ficamos comentando, alguns externaram opiniões com muito consenso, sintonia, de que o quadro no momento favorece a presidenta", comentou o líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE).

Na avaliação de Guimarães, quanto menos candidaturas, maiores as chances de a presidente faturar a eleição. "Havia uma discussão de Serra, Marina, Eduardo, Aécio, todo mundo candidato. Quanto menos candidaturas, as chances da presidenta se ampliam. Ela não falou, mas muito de nós falamos no bate-papo preliminar, antes da presidenta chegar ao local da reunião", disse Guimarães. O líder petista observou ainda que não é o momento de "bater boca" com o governador de Pernambuco, porque "houve esta separação e serei o primeiro a defender, em 2014, que o Eduardo volte para o palanque da Dilma".



EUA entram em semana-chave para resolver paralisação e elevar teto da dívida


Os Estados Unidos entraram nesta segunda-feira em uma semana decisiva para tentar resolver a paralisação parcial de sua administração federal, que já leva sete dias, e chegar a um acordo que permita elevar o teto da dívida e evite uma moratória de consequências catastróficas.
Pela primeira vez a Casa Branca se mostrou hoje aberta a aceitar que o Congresso aprove um aumento temporário, de poucas semanas, do teto da dívida pública, que será alcançado no próximo dia 17 de outubro.
Enquanto isso, os democratas no Senado começaram a trabalhar para tentar aprovar esta semana uma medida que tenta elevar o teto da dívida, provavelmente até as eleições legislativas do final de 2014.
O secretário do Tesouro, Jack Lew, discursará nesta quinta-feira em uma audiência perante o Comitê de Finanças do Senado para tentar convencer os legisladores da urgência de elevar esse teto, atualmente em US$ 16,7 trilhões.
Por sua parte, o presidente dos EUA, Barack Obama, reiterou que está disposto a negociar sobre qualquer aspecto do orçamento federal com os republicanos, mas não sob a ameaça da moratória e desde que a administração seja reaberta.
"Não vamos negociar sob a ameaça de causar um prejuízo maior para nossa economia e às famílias de classe média. Não vamos negociar sob a ameaça de uma paralisação prolongada até que os republicanos obtenham 100% do que querem", disse o presidente durante uma visita à Agência Federal para a Gestão de Emergências (Fema).
Obama voltou a pedir ao presidente da Câmara dos Representantes, o republicano John Boehner, que submeta à votação um projeto de lei para um financiamento temporário do governo sem condicionantes.
"Tenho a forte suspeita de que há votos suficientes" para aprovar esse projeto de lei, ressaltou Obama.
A estratégia dos republicanos, que controlam a Câmara dos Representantes, é tentar aprovar uma série de leis para financiar alguns programas e departamentos da administração, algo que os democratas e a Casa Branca rejeitam porque o consideram uma reabertura do governo "por partes".
A esta situação de paralisação da administração se chegou pela falta de acordo no Congresso para aprovar uma lei de financiamento temporário do governo antes de 1º de outubro, dia em que começou o novo ano fiscal.
Os republicanos, fundamentalmente sua ala mais conservadora, o Tea Party, queriam condicionar esse financiamento a atrasar a aplicação ou deixar sem fundos a reforma da saúde promulgada em 2010 e considerada uma das maiores conquistas do mandato de Obama.Com esta paralisação, 800 mil funcionários federais se viram obrigados a ficar em casa sem receber seus salários.
No entanto, a maioria dos quase 400 mil empregados do Departamento de Defesa suspensos retornaram nesta segunda-feira a seus trabalhos sem saber quando receberão pelos dias perdidos.
O chefe do Pentágono, Chuck Hagel, ordenou a reincorporação desses empregados depois que a Câmara aprovou no sábado uma medida para autorizar o pagamento de salários aos funcionários federais suspensos, embora o Senado ainda não tenha votado a proposta.
Além disso, nesta semana os mercados precisarão operar sem vários dos indicadores econômicos que sustentam seus investimentos habitualmente.
O governo não publicou na semana passada seu relatório mensal sobre desemprego e também não divulgará amanhã o da balança no comércio exterior, já que o Departamento de Comércio suspendeu boa parte de suas atividades rotineiras, entre elas os trabalhos de seu Escritório de Estatísticas Econômicas.
Segundo uma pesquisa divulgada hoje pela rede "CNN", 63% dos americanos afirmaram estar incomodados com os republicanos por causa da paralisação parcial da administração, enquanto 57% disseram estar insatisfeitos com os democratas.
Obama também não foi bem avaliado na pesquisa, já que 53% dos cidadãos desaprova sua atitude perante esta nova crise orçamentária.

>>MANIFESTAÇÃO DE APOIO AOS PROFESSORES TERMINA EM CONFRONTO NO CENTRO DO RIO

Entre barricadas, coquetéis molotov e gás lacrimogêneo, a cidade do Rio de Janeiro se transformou na noite desta segunda-feira no cenário de uma batalha campal entre forças policiais e manifestantes que protestavam em apoio aos professores da rede municipal, em greve a quase dois meses.

Os enfrentamentos aconteceram depois que os manifestantes tentaram invadir a Câmara Municipal. Além disso, um ônibus foi incendiado e outros cinco depredados. Os manifestantes também atacaram o consulado dos Estados Unidos, que foi atingido por um coquetel molotov, segundo relatos de pessoas presentes no protesto. Veja mais

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